Na rotina da casa, nem sempre o que pesa é o que aparece.
Às vezes, é o que ninguém vê — e você carrega sozinha.
Lembrar do uniforme, do presente do aniversário, da comida do cachorro, da agenda médica.
Organizar, planejar, pensar por todos. Isso cansa. E cansa fundo.
Essa carga mental é silenciosa, mas real.
E por não ser reconhecida, vira frustração, culpa, esgotamento.
Você não está exagerando. Nem sendo “dramática”.
Você está tentando manter tudo em pé. E isso exige demais.
É preciso conversar, dividir, reorganizar.
A rotina familiar não precisa ser responsabilidade de uma só pessoa.
Na terapia, você encontra clareza pra entender seus limites.
E coragem pra colocar em prática um novo jeito de viver em família — mais justo, mais leve.